10 Day "Opinion" Challenge // Desafio de 10 dias de "opiniões"

You have to post your opinion about the following

  1. On drugs.
  2. On gay marriage.
  3. On politics.
  4. On kissing randoms at parties.
  5. On getting wasted and not remembering nothing.
  6. On bullying.
  7. On religions.
  8. On anorexia and bulimia.
  9. On going out a lot (like 3-4 times a week)
  10. On sex (in general)


Acho interessante a ideia deste desafio. Pelo menos obriga-me a escrever algo aqui, não?

Dia 1 - Drogas

Cada um é dono de si mesmo. Cada um é como cada qual e, se forem maiores e vacinados, e não estiverem a fazer mal a ninguém ou a algum animal, por mim pode tomar todas as drogas do mundo. 

Acho algumas drogas mais decadentes que outras e muitas delas acho escusadas. Não acho piada a drogar-se só porque estão numa festa e os outros se também drogam (peer pressure much?) , nem a drogar-se para sair à noite ou assim. Acho que se uma pessoa quiser consegue-se divertir tanto ou mais do que se tiver drogado. 

No entanto há drogas que acho inofensivas. Embora não consuma nada, canábis não me faz confusão ou aqueles cogumelos que só fazem rir ainda menos me fazem. É o que eu digo, desde que não prejudiquem ninguém então não tenho nada a ver com isso. 

Não sou adepta de drogas mas se conhecer uma pessoa que consuma das mais pesadas, epá, paciência, aceito isso porque o corpo é delas e não me faço de esquisita com essa pessoa. A menos que um gajo hiper mocado sei lá com o quê me vier com conversinhas sem sentido, repetitivas, ou querendo-me impingir droga, não tenho problemas. Se vier com isso, então está o caldo entornado. 

Não me vão apanhar drogada. Tenho sonhos melhores que drogas e a minha vida, apesar de ser aborrecida como tudo, não pede por essas emoções. Não direi "nunca" porque alcool até que consumo e consegue ter efeitos piores que muitas drogas, mas em principio, não obrigada! Só aspirinas e benurons. 

Se julgam as pessoas porque se drogam com isto ou aquilo. Parem. Eu também já assim fui e consegui mudar. Tipo o corpo é deles, deixem eles fazerem o que quiserem (se essa pessoa fica violenta e estúpida quando se droga, então podem julgar à vontade.) desde que não ponha em risco o vosso bem-estar ou de outros. 
Tenham também em conta que há pessoas mais propensas a serem viciadas no que quer que seja. Pode ser genético - filhos de pais alcoólicos têm mais tendência para se viciarem. Se está nos genes, não é propriamente culpa da pessoa. Ou pensem que depois de estarem viciados, é como uma doença física. Literalmente. Eles sofrem fisicamente se passarem sem o seu vício. Podem argumentar "mas quem lhes manda enfiarem-se nas drogas?". Pois isso já é erro deles ou então de quem lhes influenciou. Mas quem é que não cometeu um erro nas suas vidas que atire a primeira pedra. 

Conclusão? Podem não gostar, podem ser contra, podem odiar drogas mas lembrem-se que não têm absolutamente direito nenhum de mandar no corpo de outrém. Se querem afastar os vossos filhos dos gajos do bairro que fumam charros, tudo bem, mas tenham em conta que o mais provável é eles apanharem um chapadão do tio que está sempre bêbado do que dos "drogados" dos charros. 

xoxo 



3 comments:

  1. Nunca tive qualquer curiosidade com drogas pesadas, e por várias vezes na vida andei em grupos que as consumiam. Sempre fui mulher de beber, gosto do sabor das bebidas alcoolicas, principalmente bons vinhos, e também confesso que fui boa amiga dos charros, pá, era fixe fumar umas ganzas de vez em quando. Mas assisti ao que drogas tipo coca e heroína podem fazer aos outros, e sinceramente, faz-me espécie, faz-me pena, e faz-me raiva que se desperdicem assim nessas merdas. Mas isso sou eu. Vi morrer amigos á pala da droga e não gostei particularmente.
    http://fashionfauxpas-mintjulep.blogspot.com

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  2. "Não me estragues a moca!" Lembrei-me logo disto!
    Eu acho que cada um é responsável pelo seu consumo de drogas. É tudo uma questão de bom senso, a meu ver. Porque há o consumo recreativo e o consumo obsessivo. Não acho que ninguém deva influenciar outrém a experimentar drogas, nem concordo que alguém experimente drogas por influência de outrém. E é como tu dizes, cada caso é um caso, e uma experiência tanto pode ser um caso isolado como pode degenerar num vício descontrolado. Independentemente da opção de uma pessoa se querer drogar ou não (tal como beber ou não), se o fizer, pelo menos respeite quem a rodeie e não interfira nem afecte o bem-estar envolvente.
    Não concordo com essa cena de teres dito que consideras alguma droga inofensiva. Todas as drogas são danosas, agora o que depende é o consumo. Exemplo: uma pessoa pode fumar haxixe todos os dias, ou pode cheirar coca em cada revelhão, tal como pode beber 2 garrafas de vinho em 24h, ou um copo de whisky cada semestre... Independentemente de qual for a droga, o perigo maior reside muito no hábito de consumo, acho eu. Claro que se formos por uma questão de perigo, qualquer um pode fritar ao primeiro ácido ou passar-se dos carretos com a erva do diabo (lembraste?) lol Mas muito boa gente fica paranóico só por fumar erva, como tu bem sabes... Acho que se alguém se quer drogar, convém conhecer muito bem a sua psique e os seus limites, e o seu historial genético de doenças psiquiátricas e dependências.
    O facto é que ninguém quer acabar como a Cascada mas todos querem ser cool como os putos do Skins, o que é incoerente e hipócrita. Mas isto tem muito a ver com a sociedade pseudo-YOLO (e auto-afirmação?) em que vivemos, e o "bora lá meter tudo que sou jovem, nem quero saber com o que é que isto foi cortado, mas assim sou bué experiente e cool e tenho a escola da vida" (NOT)... Gabarem-se e glamourizarem as substâncias psicotrópicas é, de facto, escusado. Cada um sabe disso mas não façam disso uma doutrina, escusam de pregar às camadas mais jovens que drogas = cool. Até porque nessas idades ninguém tem cabeça nem maturidade para saber no que se está a meter, ignorando a informação e acreditando no que lhes dão. E lidar com drogas em tenra idade é receita para o descalabro de consumo.
    E sim, epá se a pessoa não se consegue mesmo divertir sóbria, também não acredito que o consiga mesmo estando drogada... Talvez lide de maneira diferente, ou a euforia pode ser "aumentada" devido às endorfinas libertadas - mas não há milagres. Não há remédio para a felicidade.
    Julgo que nesta sociedade temos todos os tipos de drogados: os junkies ali atrás dos correios, que são a ovelha negra da sociedade; o pessoal freak rural campestre com as suas drogas sintéticas e psicadélicas; os corporate addicts, pessoas ditas normais com empregos e família mas que sustentam vícios de drogas pesadas durante a vida inteira, ainda assim, estando integrados em sociedade.
    Citando um traste "O alcool é a mãe de todas as drogas, pois... Essa é outra.

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  3. Cada um faz o que quer, mas ninguém vive isolado nem assume sozinho as consequências de uma adição. Custa-me ver pessoas a se destruírem a si e às pessoas que gostam por momentos ilusórios, para fazer parte da manada, ter status ou o que quer que seja. Gosto demasiado do meu cérebro para me meter nessas coisas, embora também não queira ser moralista a esse ponto. Mas mesmo sem ser as drogas, não gosto de vícios, sejam eles quais forem

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